Cia Baiana de Patifaria estreia dia 14 de abril A Bofetada

Foto: Mercury

Serviço

O quê: A Bofetada

Quando: De 14 de abril a 27 de maio, às 20h.

Onde: Teatro ISBA,  (Av. Oceânica, 2717 – Ondina – 71 4009-3622)

Ingressos: inteira R$ 60,00/ meia R$ 30,00, a bilheteria funciona de terça a quinta, das 14h às 19h, e de sexta a domingo, de 15h às 20h.

Recomendação etária: 14 anos

Eleonora que finge amar Vânia Leão, que ama Dirce Mendonça, que ama Anitta, que não ama ninguém porque é uma raposa. A atriz que não apresenta o espetáculo, pois a situação política brasileira está um sufoco. Pandora que ficou para titia e dá aula de dialeto javanês. Fanta Maria que, pra não enlouquecer de vez, vive “rebobinando” e adora tomar choque na escada rolante da Politécnica.

O público, que até então não tinha entrado na história, vira personagem e ri as piadas dos “patifes”, que adaptam e atualizam os textos e ‘cacos’ dos 11 personagens de A BOFETADA, espetáculo da Cia Baiana de Patifaria que retornará a cartaz para uma temporada de aproximadamente dois meses, a partir do dia 14 de abril, no palco do TEATRO ISBA, sempre às 20 horas, aos SÁBADOS e DOMINGOS. A temporada vai até 27 de maio.

Os patifes Mário Bezerra, Marcos Barretto, Rodrigo Villa e Lelo Filho já estão em sala de ensaio para atualizarem os textos do espetáculo. Como é de costume, as novas manchetes do noticiário político-social-econômico brasileiro irão se misturar aos bordões e cenas musicais que levam o público às gargalhadas: ‘é a minha cara’, ‘oxente’, ‘momento lindo, maravilhoso’, ‘adoro, chega choro’.

A BOFETADA completa 30 anos de encenação nos palcos soteropolitanos desde que estreou na pequena Sala do Coro do TCA, em 1988, tendo sido assistida por mais de 2 milhões de espectadores até hoje. A concepção original é de Fernando Guerreiro. Os três esquetes que compõem o espetáculo são de Mauro Rasi, Miguel Magno e Ricardo de Almeida. Lelo Filho assina a direção, com o diretor assistente Odilon Henriques.

A BOFETADA

A montagem reúne três esquetes. O primeiro esquete, “O Calcanhar de Aquiles”, extraído de Pedra, a tragédia, de Mauro Rasi traz a atriz decadente Eleonora (interpretada pelo ator Mário Bezerra) que obriga a crítica de teatro Vânia Leão (Marcos Barretto) e a namorada Dirce (Rodrigo Villa) a assistirem sua montagem apoteótica na qual interpretará sozinha 60 personagens de uma tragédia grega.

Os dois esquetes seguintes (extraídos de “Quem tem medo de Itália Fausta”), são assinados por Miguel Magno e Ricardo de Almeida. Em “O Ponto e a Atriz”, vários gêneros teatrais são ironizados ao resgatar a função do Ponto, figura que lembrava o texto para as divas das grandes companhias de teatro.

O último esquete, “Fanta e Pandora”, o ensino do teatro é o foco central e o público é transformado em personagem com quem as duas professoras universitárias, Fanta Maria (interpretada por Lelo Filho desde 1988) e Pandora Luzia (Rodrigo Villa) interagem numa improvável aula sobre a influência de dois fonemas no teatro javanês, durante os últimos 15 do século XII a.C..

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