Empresa do filho de Paulo Souto tem licença ambiental negada

Foto: Reprodução

“Uma vitória para os movimentos sociais, população e para a luta em defesa do meio ambiente”. A declaração foi da deputada Luiza Maia (PT), que comemorou o indeferimento da licença ambiental para instalação de aterro sanitário da empresa Naturalle, em Simões Filho. Na sessão plenária desta segunda-feira (16), a parlamentar disse que a obra destruiria mananciais dentro de uma Área de Proteção Ambiental.

“Foram 13 meses de luta contra a instalação do aterro, protagonizada por entidades da região, como a Fundação Terra Mirim, comunidades quilombolas e demais entidades sociais e de preservação ambiental. A Naturalle já estava operando como ‘Aterro de Resíduos de Construção Civil’, com licença ambiental da Prefeitura. Mas pleiteavam, no pedido de licença estadual, a operação com Resíduos Hospitalares e Resíduos Sólidos Urbanos”, afirmou Luiza Maia.

A recusa da licença, por parte do Inema foi acertado, na opinião da deputada, porque estudos provam que o aterro comprometeria diretamente cerca de 60 hectares de Mata Atlântica: “Seria afetado parte de um raro Corredor Ecológico da Região Metropolitana de Salvador, fundamental para a saúde do ecossistema local e que contribui para a qualidade e quantidade da água”.

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