Camaçari desrespeita ECA e não tem casa de acolhimento para crianças e adolescentes

Foto: Divulgação/DPE

Nem Tude, Helder, Caetano e Ademar foram capazes de implantar a casa de acolhimento em Camaçari, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA. Em vigor desde 1990, os prefeitos que administraram o município nunca se preocuparam em cuidar das crianças e adolescentes de Camaçari.

A casa de acolhimento é uma importante medida de proteção.Cabe agora ao prefeito decorativo, Elinaldo Araújo (DEM), fazer o que nenhum outro gestor fez. Será que ele vai conseguir?

Fato é que o defensor público Marcus Cavalcanti Sampaio, titular da Especializada da Infância em Camaçari, entregou ao prefeito um ofício conjunto assinado também pelos conselheiros tutelares, conselheiro de direitos e Ministério Público, entidades que contribuíram para que a Defensoria Pública somasse quase três mil assinaturas em um abaixo-assinado também entregue ao prefeito no encontro.

O documento destaca a necessidade urgente da criação e manutenção de pelo menos uma casa de acolhimento na cidade para crianças e adolescentes em situação de risco pessoal, familiar e social.

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