Camaçari e as peripécias de um prefeito decorativo

Um prefeito decorativo, que segue a linha coronelista ditatorial de seu mentor político, ACM Neto, e a de retirada de direitos que vem sendo implementada pelo governo usurpador, comandado por Michel Temer. Não é à toa que em Camaçari hoje impera a falta de diálogo com as categorias, principalmente professores e servidores públicos como um todo. Quem também tem sofrido as mazelas de um governo que, nem de longe se parece com as promessas feitas pelo então prefeito em seu tempo de vereança e na campanha, são os ambulantes e os que integram o transporte complementar na cidade, como os mototaxistas.

O que temos visto é a total inabilidade administrativa de Elinaldo. Em Camaçari só tem funcionado a fábrica de multas, que já registrou ocorrências até mesmo em carcaças de veículos paradas há mais de dois anos. Segue a todo vapor a farra com o dinheiro público, mantendo contratações sem licitação, a exemplo da empresa responsável pela coleta de lixo.

A população de Camaçari já reconhece o erro de ter eleito um prefeito massa de manobra, pois se vê comandada por um interventor que não foi votado, não foi eleito e, principalmente, não conhece as demandas da cidade e nem possui traquejo para diálogo e decisões democráticas.

Costumo dizer que, na última eleição, Camaçari elegeu um prefeito e ganhou três ministros. Enquanto a cidade continua a mercê de uma gestão interventora, que não sabe administrar baseado nas necessidade do povo, Camaçari segue pagando a alguns secretários salários maiores que o do cargo de presidente da República.

Do mais, deixo aqui meu repúdio à situação da nossa cidade e meu apoio aos servidores públicos municipais e a todos os professores e professoras.

*Bira Corôa é deputado estadual pelo PT – BA

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