“Não tem mais para onde cair”, ironiza deputado sobre rejeição de Temer

Foto: Beto Oliveira/Divulgação

O governo do presidente Michel Temer (PMDB) chegou a níveis críticos de aprovação. De acordo com pesquisa da CUT/Vox Populi, divulgada nesta terça-feira (6), a gestão de Temer chega ao alarmante 3% de aprovação e 52% acreditam que a vida piorou com ele na presidência. Para o deputado federal Valmir Assunção (PT-BA), a avaliação do governo federal virou margem de erro.

“Não tem mais para onde cair, 3% é quase menor que a margem de erro de uma pesquisa eleitoral. Temer virou margem de erro. São níveis alarmantes de rejeição de um governo criado de um golpe parlamentar contra uma presidenta eleita pelo voto do povo. Temer aumentou o desemprego e retirou direitos históricos da classe trabalhadora”, dispara Assunção.

Valmir também comemora os dados da pesquisa sobre o pleito de 2018. Se as eleições fossem hoje, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ganharia de todos os candidatos opositores. “O povo pensa em uma solução direta, que é Lula”, salienta. O petista venceria o segundo turno do pleito com 52% das intenções de votos se o candidato tucano fosse Geraldo Alckmin (PSDB-SP), que ficaria em segundo lugar, com 11% dos votos.

Se o PSDB resolver apostar no discurso do novo, Lula teria 51% dos votos no segundo turno e o prefeito de São Paulo, João Doria, 13%. Lula também ganharia de Marina Silva (Rede) por 50% a 15%. Se o candidato for o Aécio, Lula sobe para 53% e Aécio teria 5%.

Lula lidera pesquisas
O ex-presidente do PT ainda lidera as consultas espontâneas do pleito do ano que vem. O levantamento CUT/Vox Populi, mostra que 40% dos brasileiros votariam em Lula se a eleição fosse hoje, no mês de abril o percentual era de 36%.

Em segundo lugar, bem distante, vem Jair Bolsonaro (PSC) com 8% das intenções de voto – tinha 6% em abril. Já Marina Silva (Rede) e o juiz Sérgio Moro empatam em 2%. Embolados em 5º lugar, com apenas 1% das intenções de voto aparecem Ciro Gomes (PDT), Joaquim Barbosa (sem partido), João Doria (PSDB), Fernando Henrique (PSDB) e Geraldo Alckmin (PSDB). Se o candidato do PSDB for Alckmin ou Doria, Lula sobe para 45%.

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