Petistas e ex-servidores da Câmara de Vereadores criticam “truculência” de Marcelino

Ainda que tenha garantido a reeleição na Câmara de Vereadores de Camaçari, ao custo de quase R$ 120 mil, o atual presidente do legislativo, o vereador Marcelino (PT), tem sido alvo de constantes e intermináveis badogadas de petistas e funcionários da Câmara devido a forma “truculenta” que conduziu sua campanha e a presidência da Câmara, principalmente nesta reta final.

Ainda no pleito eleitoral, Marcelino foi duramente criticado pelos assessores da vereadora Professora Patrícia e do vereador Otaviano por “cooptar” lideranças dos edis que acabaram perdendo as suas respectivas vagas. Após as eleições, o presidente iniciou a “caça às bruxas” e exonerou quem não o apoiou ou fez campanha para outros candidatos, principalmente para os “companheiros” do PT.

Funcionários demitidos da Câmara de Vereadores não receberam sua grana, conforme denúncias encaminhadas ao Badogada. Uma comissão de ex-servidores já está em formação para entrar com uma ação trabalhista contra a Câmara de Vereadores e devem denunciar Marcelino ao Ministério Público por “abuso de poder” e “assédio moral”.

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